Mostrando postagens com marcador e-mail. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-mail. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mundo Sustentável

DESABAFO


Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Impor valor mínimo em cartão dá multa de até R$ 6 mi

Direto do R7.com
Impor valor mínimo em cartão dá multa de até R$ 6 mi
Punição varia conforme porte econômico do estabelecimento e gravidade da infração

Gleyson Pereira, do R7

O consumidor se dirige ao caixa da padaria, farmácia, entre outros estabelecimentos comerciais, e é surpreendido por uma placa estipulando um valor mínimo ao decidir pagar a compra com cartão de crédito ou débito. A imposição de limite para pagamento eletrônico pode gerar ao lojista multa que varia de R$ 422 a mais de R$ 6 milhões, alerta a Fundação Procon de São Paulo – saiba como denunciar a prática no quadro abaixo.

Para fugir da comissão sobre cada transação realizada no terminal de pagamento, o lojista costuma recusar a venda ao consumidor. A prática é considerada abusiva por ferir o CDC (Código de Defesa do Consumidor). O entendimento é o mesmo do Ministério da Justiça. Adicionalmente, há uma resolução de 2004, do então Conselho Nacional de Defesa do Consumidor, que avaliava como irregular os acréscimos de preço nas compras à vista feitas com cartões.

Nas compras à vista, como ocorre com o pagamento por meio de cartão de débito ou em parcela única nos de crédito, por exemplo, exigir um consumo mínimo do cliente é “inadmissível”, pontua o Procon. De acordo com o diretor de fiscalização da entidade em São Paulo, Renan Ferraciolli, o comércio não pode penalizar o consumidor por oferecer mais uma opção de pagamento. Portanto, o lojista deve bancar todos os custos envolvidos no processo.

- O aviso em local visível dentro da loja é prova contra o próprio lojista que, se flagrado, poderá ser multado. O valor da penalidade varia de acordo com o porte econômico do estabelecimento e a gravidade da infração. Mesmo nos casos em que não exista a placa, mas há a prática, a loja será investigada e pode ser condenada.

Produtos

Há ainda os tradicionais produtos, que independentemente do valor, o lojista se recusa a passar no cartão. É o caso do cigarro, recarga de telefone celular pré-pago, além de artigos importados. Os comerciantes alegam que, como não dão muito lucro, a transação acabaria gerando prejuízo. Porém, a prática também é ilegal.

De acordo com a orientação da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o lojista pode sugerir, nas compras miúdas, que o consumidor faça o pagamento em dinheiro, mas não obrigá-lo.

- O comerciante deve aceitar o pagamento por meio eletrônico independentemente do valor. Esse é o risco que todo empresário corre por oferecer mais uma forma de pagamento.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Jornal Cruzeiro do Vale - Gaspar Normal - Famílias começam a se mudar para casas doadas pelas Testemunhas de Jeová

Jornal Cruzeiro do Vale - Gaspar Normal - Famílias começam a se mudar para casas doadas pelas Testemunhas de Jeová

Já faz um tempinho esta reportagem, me mandaram, gostei, postei aqui. ( J )

Famílias começam a se mudar para casas doadas pelas Testemunhas de Jeová

Data: 19/01/2010


mg0033400600PQ.jpgOs deslizamentos de terra registrados no Vale do Itajaí no final de 2008 soterraram para sempre os planos que Sarita Schmitt sonhava ao lado do marido, que foi uma das muitas vítimas fatais registradas na cidade de Blumenau.

Depois de morar mais de um ano de aluguel, Sarita pôde novamente voltar a sonhar com uma vida digna. A simpática senhora foi uma das doze contempladas com as moradias construídas pelas Testemunhas de Jeová na localidade do Paraíso dos Pôneis, em Gaspar. "Essa casa é linda, nunca tive uma casa assim, estou muito feliz", conta a senhora, que reside no local com a filha e uma neta.

Das doze moradias erguidas em sistema de mutirão pelos voluntários Testemunhas de Jeová, apenas duas já estão sendo habitadas. As demais ainda precisam que a energia elétrica seja liberada para que as famílias possam fazer suas mudanças.

As casas foram oficialmente entregues no último sábado, no próprio conjunto residencial.

Paulo Roberto Cabral ainda não fez sua mudança, mas nesta semana trabalhou fazendo alguns ajustes finais na moradia de três quartos que ganhou dos religiosos. Paulo vai morar no local com os quatro filhos e a esposa. "Estamos muito contentes. Sofremos muito com a perda de nossa casa na tragédia e recebemos pouca ajuda. Estávamos morando de favor e agora teremos nossa casa", conta o senhor.

Clique aqui para ver mais fotos

Moradias

As doze moradias são de dois e três quartos, têm 45 a 60 metros quadrados, respectivamente, e são formadas por sala, cozinha, banheiro social, e dois ou três quartos. Todas foram entregues com os acabamentos prontos, incluindo box de blindez nos banheiros.

Iniciada em 1º de outubro de 2009, a obra foi executada com recursos da própria organização, mantida por donativos voluntários de mais de 100 mil congregações distribuídas em 236 países.

A construção foi executada exclusivamente com mão-de-obra voluntária de Testemunhas locais, bem como uma equipe de profissionais enviados pela sede das Testemunhas de Jeová no Brasil.

O eletricista Antônio Erondi da Silva foi um dos muitos voluntários que ajudou na construção das casas. "Fizemos tudo dentro dos padrões exigidos, obedecemos todas as determinações do projeto e da planta da construção. Tudo foi muito bem feito para dar dignidade a estas famílias", explica o voluntário, que nesta semana estava dando os retoques finais ao conjunto habitacional.

mg0031800533MD.jpg

___________________________________________

casasgasparfinalizadas2MD.jpgDoze famílias de Testemunhas de Jeová de Blumenau, que perderam sua moradia na tragédia de novembro de 2008, recebem, neste sábado, dia 9, a chave de suas novas casas. A entrega ocorre às 15h no próprio conjunto residencial, localizado na rua Paraíso dos Pôneis, nº 420, município de Gaspar.

A ação faz parte do trabalho de ajuda humanitária dirigido a seus membros e realizado internacionalmente pela organização religiosa das
Testemunhas de Jeová em época de catástrofes.
Iniciada em 1º de outubro de 2009, a obra foi executada com recursos da própria organização, mantida por donativos voluntários de mais de 100 mil congregações distribuídas em 236 países.

A construção foi executada exclusivamente com mão-de-obra voluntária de Testemunhas locais, bem como uma equipe de profissionais enviados pela sede das Testemunhas de Jeová no Brasil. No total, foram construídas 12 residências de alvenaria num terreno de 3 mil metros quadrados. As casas variam de 45 a 60 metros quadrados e são formadas por sala,
cozinha, banheiro social, dois ou três quartos.

Desde março de 2009, deu-se início um programa de reformas e reconstrução de moradias para ajudar famílias de
Testemunhas prejudicadas com a tragédia de 2008 no Vale do Itajaí. No total, cerca de 50 famílias foram
beneficiadas com reforma parcial ou construção da casa, aquisição de móveis e eletrodomésticos.

Sobre as Testemunhas de Jeová
Formada por cerca de sete milhões de membros distribuídos em 236 países, a organização das Testemunhas de
Jeová é uma fraternidade de voluntários empenhados na realização de um trabalho bíblico educativo internacional.
Anualmente, seus membros gastam mais de 1 bilhão de horas dando aulas por meio de estudos bíblicos gratuitos
em lares de família, visitas de casa em casa e distribuição de publicações bíblicas em mais de 300 idiomas,
inclusive braile e linguagem de sinais. O objetivo dessa organização sem fins lucrativos é fornecer orientação
prática proveniente da Bíblia a fim de proporcionar mais qualidade de vida, espiritualidade e felicidade às famílias.
Paralelo ao trabalho educativo executado, as Testemunhas de Jeová também prestam ajuda humanitária em
períodos de calamidade. Como fraternidade mundial, entendem que é dever cristão prestar auxílio a todos,
principalmente a seus irmãos na fé, e cooperar com as autoridades públicas estabelecidas.
Durante a tragédia que atingiu Blumenau em novembro de 2008, esse espírito solidário ficou evidente com a
atuação local de Testemunhas de Jeová de todo o País para o atendimento de seus fiéis e comunidade em geral.

Ajuda humanitária prestada pós-tragédia nov. 2008:
- 10 toneladas de alimentos
- 8 mil litros de água potável
- 6 toneladas de produtos de limpeza
- 31 mil peças de roupa
- 750 voluntários
- 1.180 pessoas atendidas em 10 dias

Clique aqui para ver mais fotos

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como explicar o AMOR

Autor: desconhecido

[enviado via e-mail por MICHELLE GREIYCE]


Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra. Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Esconde-esconde? Como é isso?

- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam?

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele. A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões. O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

- Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a discutindo com Deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões. Em um descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA. A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se. E assim foi encontrando a todos.

O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA em uma cova escura; a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano); e até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra:

AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

Selo Planeta Sustentável

Como você veio parar aqui?

Na realidade não tenho a menor ideia de como você chegou até aqui, talvez não encontre muito o que esperava, mas espero tê-lo ajudado. De qualquer forma bem vindo e bom proveito!

Já Participou?

Galera, bora contribuir né?

Quem não fuma não é obrigado a fumar