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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Chuva de meteoros sexta e sábado

Chuva de meteoros sexta e sábado


por Cássio Barbosa (Observatório G1)

retirado de <http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/2011/10/20/chuva-de-meteoros-sexta-e-sabado/>

Por esses dias, a Terra atravessa a órbita do cometa Halley, o mais famoso dos cometas, que tem um período orbital de 75-76 anos. A última passagem dele pelas vizinhanças da Terra foi em 1986. Esse cometa é assim chamado em homenagem ao astrônomo inglês Edmond Halley que não foi descobridor (existem registros antiquíssimos da passagem dele), mas sim quem calculou sua órbita prevendo que aproximadamente a cada 76 anos ele retornaria.
Quando um cometa atravessa o espaço, ele deixa para trás um rastro de partículas, que vão de minúsculos grãos de poeira a pequenas pedras. Quando a Terra intercepta esse rastro, essas partículas entram na atmosfera e com o atrito com o ar acabam evaporando. São as populares “estrelas cadentes”. Alguns conseguem sobreviver a esta entrada e acabam chegando à superfície.
Agora entre os dias 21 e 22 de outubro a Terra estará atravessando essa trilha de detritos deixados pelo Halley.

Isso significa que haverá um aumento significativo no número de meteoros por esses dias, ocorrendo a chuva Orionídeos. Na verdade, esse máximo deve ocorrer nas horas antes do amanhecer destes dias, com uma forte concorrência da Lua que está na fase crescente. Já pode ser possível notar alguns meteoros (especialmente os mais brilhantes) a partir da meia noite.
Os meteoros vão parecer todos surgirem de uma mesma região do céu, justamente na constelação de Órion, daí o seu nome.
Órion é bem fácil de achar, pois as Três Marias formam o seu cinturão. Então procure um local escuro, leve uma cadeira de praia (acredite, isso ajuda a evitar torcicolos no dia seguinte) e procure por Órion. Mesmo com a Lua atrapalhando um pouco, os Orionídeos são conhecidos por serem brilhantes e deixarem um rastro persistente no céu. Vale a pena tentar!
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Este evento já havia sido lembrado na nova seção "Global" da Revista National Geographic e suas edições internacionais e confirmado o blog Observatório do Globo.com, o auge desse fenômeno serão nos dias 21 e 22 de outubro.
Para quem não conhece a constelação de Órion, ela inclui as bem conhecidas "Três-Marias", abaixo você ver a configuração desta constelação. Boa chuva de meteoros, se a chuva do caju deixar!
Constelação de Órion, retirado do site <http://www.praticandofisica.com.br/astronomia/constelacoes_orion.htm>



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Às 0h, a constelação de Órion estará já acima do horizonte, na direção Leste, e quando o Sol nascer ela estará quase se pondo, tendo então a madrugada toda para observar os meteoritos, essa posição é baseada em Fortaleza-CE, outros locais no Brasil, estarão levemente deslocados, com distorção maior à medida que direcionamos a Sul. 

Mais informações, vejam os sites:

<http://www.momentoastronomico.com.br/efemerides/efemerides.html#orion>, edição de Outubro de 2011 dio Climatempo-astronomia,

ou o

<http://www.stellarium.org/pt/>, esse inclusive possui um software, com mesmo nome do site, com o mapa estelar de todo planeta, a qualquer momento.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

NASA divulga detalhes sobre a queda do satélite e avisa: vem mais um por aí – Superblog

NASA divulga detalhes sobre a queda do satélite e avisa: vem mais um por aí – Superblog

Direto da SUPER <http://super.abril.com.br/blogs/superblog/nasa-divulga-detalhes-sobre-o-local-da-queda-do-satelite-mas-vem-mais-um-por-ai/>

NASA divulga detalhes sobre a queda do satélite e avisa: vem mais um por aí

Ana Carolina Prado 27 de setembro de 2011


Mapa divulgado pela NASA indica área onde os restos do satélite podem ter caído. Imagem: PC Mag.com
A NASA divulgou neste terça-feira mais informações sobre o local atingido pelo satélite de 6,5 toneladas que caiu na Terra na última sexta-feira. Mas também informou que ainda não conseguiu recuperar nenhum pedaço dele (talvez nunca recupere, vale dizer). O satélite UARS caiu no Pacífico Sul, a noroeste da América do Norte, a 14,1 graus de latitude sul e 189,8 graus de longitude leste (se você está geograficamente perdido, lembre-se que a Terra é um globo). Ele entrou na atmosfera da Terra em algum ponto por cima da Samoa Americana, na Polinésia, mas seus fragmentos só foram atingir a superfície do oceano cerca de 480 km a nordeste. Segundo os cientistas, esse foi um lugar ideal para o satélite cair, já que é uma parte muito remota e pouco habitada do planeta. A hora exata em que ele atingiu a Terra foi às 4h01 GMT (ou 1h01 de Brasília).
No sábado, cientistas haviam dito que era possível que alguns fragmentos tivessem caído no noroeste do Canadá (e surgiram várias pessoas jurando que haviam visto objetos estranhos no céu), mas a NASA disse que seus cálculos mais recentes indicaram que o satélite caiu alguns minutos mais cedo do que eles pensavam. A diferença foi pequena, cerca de 10 ou 15 minutos, mas isso já alterou totalmente a localização da queda porque o satélite estava caindo bem rápido.
Apesar de a maioria das peças do satélite ter provavelmente pegado fogo ao entrar na atmosfera terrestre, estima-se que cerca de vinte partes de metal caíram sobre uma extensão de 800 km da Terra.
O Satélite de Investigação de Alta Atmosfera (UARS, em inglês) foi lançado em 1991 para medir os efeitos da poluição na atmosfera e a evolução das alterações climáticas e deixou de funcionar em 2005.
Vem mais por aí
Mas se prepare por que o Uars não será o único satélite a cair na Terra este ano, não.
O satélite de astronomia alemão ROSAT, lançado em 1990 e desativado oito anos depois, deve cair na Terra em fins de outubro ou no início de novembro. Embora ligeiramente menor que o SRVAS (ele pesa cerca de 2 toneladas e meia), esse satélite deverá ter mais peças capazes de sobreviver à entrada na atmosfera terrestre sem se queimar: cerca de 30, segundo a agência espacial alemã.
Segundo essa agência, as chances de alguém em algum lugar na Terra ser atingido pelo satélite é de 1 em 2.000 – um nível ligeiramente superior ao do satélite da NASA, que era de 1 em 3.200.

sábado, 17 de setembro de 2011

Os elementos químicos mais abundantes da alta tecnologia

Direto do http://www.tecmundo.com.br/

Os elementos químicos mais abundantes da alta tecnologia
Saiba quais elementos químicos são utilizado na construção das peças e aparelhos que você utiliza no dia a dia.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Geminídeos

Não viu os meteoritos do 13 para o dia 14 de Dezembro de 2010, uma das mais intensas chuvas de meteoros, a chamada Geminídeos ? Pois está aí o vídeo da nasa:

Selo Planeta Sustentável

Como você veio parar aqui?

Na realidade não tenho a menor ideia de como você chegou até aqui, talvez não encontre muito o que esperava, mas espero tê-lo ajudado. De qualquer forma bem vindo e bom proveito!

Já Participou?

Galera, bora contribuir né?

Quem não fuma não é obrigado a fumar